domingo, 19 de outubro de 2008

Martim Branco, a simples aldeia de xisto

É uma aldeia Antiga, de gentes idosas. São poucas as aldeias que hoje permanecem naturalmente em xisto, mas nesta encontra-se ainda a cor escura desta pedra.
Aqui e além vêm-se fotos de recantos da aldeia, pormenores que parecem permanecer nos nossos olhos.Destaca-se o forno da aldeia, restaurado agora, que mantém ainda os assentos para as gamelas, de onde sai a broa para o barranhão e depois para o forno, na pá.Ao lado encontra-se uma “Casa da Cultura” onde se realizarão eventos e pequenas palestras e encontros.Em vários locais encontramos a fruta da época: as uvas, os marmelos, os figos… e todos nos trazem um cheiro especial, uma lembrança de ruralidade quase esquecida.Nas ruas prende-se o olhar numa fechadura antiga, na carroça velha, no conjunto de abóboras amarelinhas, no forno que ainda mostra a cinza da última cozedura.A aldeia calma anima-se ao fim de semana quando os filhos visitam os seus pais, ou outros regressam para um descanso de 2 dias.
A aldeia de xisto não é apenas aquilo que está à vista.
A aldeia de xisto é a alma de quem vive dentro das casas, na simplicidade de quem nos oferece um cacho de uvas acabadas de colher, nos pede para ficar.E é isso que cativa quem visita Martim Branco… e quem já decidiu lá ficar!


Mais fotos em:
http://pafonso.multiply.com/photos/album/125/Martim_Branco

1 comentário:

jeanecroche disse...

Parabens pelas fotos, de muito bom gosto,abraços jeaneroma@hotmail.com